Sindicato estabelece meta e luta para que não haja perda de direitos na Convenção Coletiva de 2021

Atualizado: 4 de jan. de 2021
Em meio a mudança de governo e ameaças ao posto de trabalho dos cobradores diretoria do sindicato monta estratégia para garantir a manutenção do emprego através da Negociação Coletiva de Trabalho dos rodoviários.

Tudo foi redimensionado quando o prefeito recentemente eleito e já empossado, Sebastião Melo, resolveu afirmar por meio dos veículos de comunicação que já colocaria em pauta no início da sua gestão algumas das demandas do transporte público da capita, o que estimulou o alguns questionamentos das equipes de jornalismo, entre as questões a famigerada privatização da Carris e a já batida redução da tarifa sendo viabilizada pela retirada dos trabalhadores da roleta, o que na teoria do líder do executivo viabilizaria uma redução de 12%, aproximadamente.
"Vamos trabalhar em dobro neste dissídio para termos a garantia de que os trabalhadores poderão seguir na roleta trabalhando para manter o seu sustendo e de suas famílias". Sandro Abbade (presidente em exercício do STETPOA.)
Algumas articulações já começaram a ser feitas na Câmara dos Vereadores para que a categoria não seja pega de surpresa pela voracidade do governo municipal para uma votação feita as pressas no legislativo, ainda que esta seja uma possibilidade, já que o governo da mostras de ampla adesão entre os vereadores e não esconde o interesse em usar tal prestígio para suas intenções.
Antecipar a pauta do legislativo para ter a garantia.
Ainda que a pandemia venha dando sintomas de evolução no número de casos, o que causa um grande temor na classe trabalhadora por conta das perdas ocorridas no ano passado, quando a CCT não foi assinada e logo fomos surpreendidos pela chegada da pandemia do Coronavirus, o que inviabilizou por completo que a entidade superasse o ocorrido no primeiro momento, trabalhadores desta vez não querem abrir mão de construir garantias. Diretores do STETPOA vem ouvindo o máximo de rodoviários nas bases e, na maioria dos casos, o trabalhador não quer perder a data-base, em especial pelo fato de não ter tido em seu contra-cheque o aumento do ano passado, e, agora, vai precisar contar com o tempo do judiciário trabalhista para obter seu aumento, já que o sindicato entrou na justiça para garantir o ganho retroativo correspondente ao período de trabalho de 2020.
Diversas reuniões estão nos planos da diretoria da entidade que irá com força para conduzir de forma ágil para trabalhar por garantias num tempo onde categorias de diversas regiões e segmentos de trabalho vem tendo perdas de suas conquistas, o que para as lideranças da gestão isso será motivo de muita luta para que não tenhamos esse episódio repetido para nossa categoria de Porto Alegre.







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